domingo, 7 de dezembro de 2008
Texto produzido pelos acadêmicos de Pedagogia: Andréa Rodrigues, Manoel Batista e Marcos Araújo.(Turma PLPT01), Faculdade Ipiranga.
O homem, ao longo de sua existência, vem evoluindo e conquistando avanços significativos, tanto no âmbito científico quanto no tecnológico, Este processo, em grande parte, se deve as três revoluções: das máquinas a vapor, da eletricidade e a da informação.
Podemos considerar que esta última revolução, a da informação, impulsionou consideravelmente o consumo de bens e o crescimento populacional da sociedade contemporânea, gerando benefícios e malefícios para o planeta, pois, com a idéia de progresso, florestas foram destruídas, recursos naturais como o petróleo e a água foram utilizados de forma inadequada, gerando questionamentos na sociedade que buscam estabelecer soluções para "frear" ou diminuir os impactos causados, onde esta tecnologia que foi utilizada para destruir será a mesma que dará respostas para a recuperação do planeta.
Sabemos que, com a globalização, estamos interligados e vivemos em uma aldeia global particular que possibilita as nações se desenvolverem amparadas por uma parafernália de recursos energéticos que, a médio e longo prazo, poderá levar o mundo a sofrer sérias consequências que podem levar até mesmo a extinção da raça humana, pois os recursos vitais, como a água, estão diminuindo e alguns estudos sugerem que esta seja mais disputada que o petróleo no futuro.
Portanto, a medida que o homem evolui, seu processo de destruição também acompanha esta evolução, ficando comprovado que devemos nos preocupar em, além de produzir melhorias e confortos para a sociedade, devemos estar atentos para os rumos que ela esta indo, visando o bem estar das próximas gerações
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

A CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) lançou nesta quarta a Campanha da Fraternidade 2008, que tem o tema "Fraternidade e Defesa da Vida".
A campanha é contra a legalização do aborto, a prática da eutanásia, o uso de células-tronco e as práticas de reprodução assistida, entre outros.A CNBB diz que não há "fundamento ético" para essa freqüência de abortos e que as estimativas são "difíceis de serem comprovadas".
Em nossa opinião, em um país com os níveis de pobreza e de violência que temos, a Igreja Católica está errando em suas prioridades. Ataca o progresso científico, ataca o direito da mulher de se livrar da gravidez indesejada e até o direito a ter um filho para aquelas com dificuldade de engravidar. Aliado ao combate que a mesma igreja, na África, faz ao uso de preservativos, isso demonstra uma falta de sintonia com as realidades do mundo de hoje.Igreja Católica volta a atacar aborto e células-tronco07/02/2008
A CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) lançou nesta quarta a Campanha da Fraternidade 2008, que tem o tema "Fraternidade e Defesa da Vida".
A campanha é contra a legalização do aborto, a prática da eutanásia, o uso de células-tronco e as práticas de reprodução assistida, entre outros.A CNBB diz que não há "fundamento ético" para essa freqüência de abortos e que as estimativas são "difíceis de serem comprovadas".
Em nossa opinião, em um país com os níveis de pobreza e de violência que temos, a Igreja Católica está errando em suas prioridades. Ataca o progresso científico, ataca o direito da mulher de se livrar da gravidez indesejada e até o direito a ter um filho para aquelas com dificuldade de engravidar. Aliado ao combate que a mesma igreja, na África, faz ao uso de preservativos, isso demonstra uma falta de sintonia com as realidades do mundo de hoje.
Disponível em: opiniaoenoticia.com.br/interna.php?id=14499
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Por: Janos Biro

Uma resposta ao texto "Por que animais são necessários à ciência?", escrito por Heitor Rosa, diretor da faculdade de medicina da UFG.
É certo que a ética está presente na ciência, mas que tipo de ética e para qual tipo de ciência? Sabemos que uma prática não se justifica eticamente apenas por ser "cientificamente necessária" ou sancionada por comitês de regulamentação. Nenhuma autoridade tem a palavra final sobre o que é ético. É preciso perguntar, para além da ética, que tipo de ciência nós queremos.
Por certo nenhum dono de escravos era a favor dos maus tratos aos escravos. Para os gregos antigos, matar ou tratar mal os escravos era imoral. Escravos são ferramentas, mas merecem respeito, pois a aristocracia grega dependia deles. Seria desperdício fazê-los sofrer sem um bom motivo. Porém, os benefícios que o sistema escravista trouxe à sociedade, por maiores que fossem (talvez nem existissem cidades sem escravos), não se justificam eticamente. O argumento anti-especista cai na mesma categoria.
O fato de que cientistas são pessoas sérias e cultas também não justifica nada. Donos de escravos também eram as pessoas mais cultas da época, também tinham uma "formação ética impecável" e eram bastante religiosos. O fato é que o anti-especismo questiona valores centrais de nossa sociedade, e não busca apenas uma reforma. Estes valores também determinam o que será considerado aceitável ou não.
Também não se trata de um conflito entre cientistas e leigos. Não são apenas leigos que se opõem à experimentação animal, mas biólogos, médicos, filósofos e cientistas. Mais do que ética na ciência, é preciso ir além da ética para compreender o problema.
Esta questão realmente envolve mitos e sentimentos. Um desses mitos é o progresso civilizatório. Podemos questionar até que ponto a saúde realmente melhorou para toda humanidade e não apenas para a parte mais privilegiada dela. A maior parte de nossas doenças são típicas da civilização. O risco de epidemias cresce a cada ano. Culturas sem tecnologia "avançada" também conseguem manter a saúde dos seus membros.
Nada justifica o escravismo, independente de que espécie seja. Quando uma pessoa diz que é justificável usar não-humanos porque de outra forma teríamos que usar humanos, ela está apenas colocando os homens acima das demais espécies, e nesse sentido não há diferença alguma entre especistas e nazistas.
O fato de dependermos cada vez mais de devastação natural é apenas uma das conseqüências desastrosas de nossa cultura de acúmulo e expansão, baseada no escravismo.
Para anti-especistas, especismo é eticamente equivalente a nazismo, e por isso elas continuarão se opondo até que se prove o contrário.
Muitos médicos ainda se mostram 100% comprometidos com o que é "cientificamente válido", como se isso fosse inquestionável, e por isso seu discurso não é realmente ético, porque é uma “ética” submissa ao discurso científico.
Já é difícil falar de argumento ético e especismo, mais difícil ainda é se mover para além dele, em busca de alternativas.
Em resumo, que ciência é essa que necessita de escravidão? Precisamos mesmo deste tipo de ciência? E ainda que a atual sociedade dependa dela, precisamos mesmo de uma sociedade escravista?
Disponível em :www.artigonal.com/biologia-artigos/etica-e-ciencia-sobre-o-uso-de-animais-538451.html
